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Depressão poderá passar da 4ª para 2ª causa de afastamento do trabalho

June 27, 2016

 

A Organização Mundial de Saúde (OMS) alerta que, até 2020, a depressão passará da 4ª para a 2ª colocada entre as principais causas de incapacidade para o trabalho no mundo. Estima-se que 121 milhões de pessoas sofram com a depressão (17 milhões delas no Brasil). Além disso, 75% nunca receberam tratamento adequado


A Federação Mundial para Saúde Mental entrevistou adultos diagnosticados com a doença, clínicos gerais e psiquiatras de cinco países, entre eles, o Brasil — os outros foram Canadá, México, Alemanha e França. 

Os dados revelam que 64% das pessoas deprimidas já tinham se afastado do trabalho por mais de 19 dias no ano. Além disso, 80% admitiram que, mesmo sem o afastamento, a produtividade cai até 26%. 

Segundo o chefe da Agência do INSS de Ivaiporã, Leandro Relings da Silva, é comum atender segurados com patologias de depressão. 

Quando constatada a incapacidade laboral do segurado, ele tem direito ao auxílio-doença, após análise da perícia médica, que poderá ou não prorrogar o benefício.

“Dependendo da situação apurada pela perícia médica, o período pode ser maior ou menor. 

E, verificando-se que a patologia acarreta incapacidade permanente, e observados os critérios médicos, é possível a aposentadoria por invalidez”, esclarece Leandro Silva, acrescentando que “verificada a possibilidade de reabilitação profissional, o segurado é encaminhado ao Programa de Reabilitação Profissional, cujo atendimento é conduzido por perito médico e pela assistente social, responsável pela avaliação e orientação profissional”.

 

Segundo a farmacêutica Lilian Silvestre afirma que as doenças psíquicas atingem cada vez mais adultos jovens em idade produtiva. “Atualmente, o mundo cobra das pessoas, por exemplo, sucesso profissional e bons salários. 

Mas nem sempre as pessoas conseguem sucesso, tanto no âmbito profissional, quanto pessoal, o que acaba por provocar um quadro depressivo”. 

 

Eliane Lumi Hashimoto, psicóloga do Posto de Saúde de Ivaiporã, defende que “é importante pensar num tratamento integral com visão bio-psico-social, uma vez que a depressão envolve fatores biológicos, psicológicos e sociais”.

 

Já a Natali Frazão Pereira Proença, psicóloga do Instituto de Saúde Bom Jesus (ISBJ), reforça também que a prática de exercícios físicos é importante, “porque ajuda a liberar hormônios relacionados ao humor, e outras atividades que proporcionam prazer”.

 

fonte: http://abp.org.br/portal/clippingsis/exibClipping/?clipping=11631

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